Amplamente anunciado por uma grande rede de televisão, houve nesta quinta-feira última dia seis de agosto, o debate entre os principais candidatos a presidência da República. Durante duas horas, Dilma Rousseff(PT), José Serra(PSDB), Marina Silva(PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) debateram suas principais ideias sobre os rumos do país nos campos da economia, educação, saúde e emprego. E é sabido pela grande maioria das pessoas, que tem um mínimo de esclarecimento que é fundamental estes debates, para que possamos saber melhor o que pensam nossos principais candidatos – já que diferente dos anos anteriores, alguns dos candidatos dos partidos ditos “nanicos” não foram chamados a exceção do professor Plínio que não cairia em discussões inúteis e discussões sem sentido – para que o eleitor, pudesse enfim ter mais uma ferramenta de escolha.
Entretanto, o que acabou por dificultar este processo, foi que no mesmo dia e horário um jogo de futebol fora marcado por uma das principais emissoras concorrentes – e para azar da emissora que transmitiu o debate, a maior do país – um jogo de futebol que decidiria quem iria para a final da Taça Libertadores da América entre São Paulo e Internacional –RS. Ora, eu fico impressionado com a capacidade dos administradores dessas emissoras tem de chegarem a nível tal de concorrência, fazendo com que um debate importante como esse seja “empurrado” para segundo plano pela principal emissora do país. Haja visto, que o eleitor comum está desiludido com a situação atual de nossa política que infelizmente está repleta de pessoas incapazes de exercer suas funções tanto no executivo quanto no legislativo, estes mesmos senhores justamente aproveitam esta situação para poderem se aproveitar do eleitor comum, excepcionalmente na maior parte de sua vez, desinformado.
A escolha ontem foi protagonizada entre os canais de televisão foi quase que manipulada. Afinal o eleitor hoje desiludido como está vai preferir o que? O debate de idéias, que influenciarão a sua vida, o seu cotidiano? Ou ele vai optar por assistir também por duas horas, lances capitais como um gol, uma bola na trave, defesas sensacionais, erros da arbitragem que gerarão discussões hoje na sua roda de amigos mais do que o que pensam os nossos presidenciáveis? Então ficamos assim. Em nome da audiência, da quantidade de pessoas assistindo as peças publicitárias que sustentam a emissora, optou-se de prestar em minha opinião um desserviço em nome do nosso país, hoje tão carente de propostas sérias para nossa educação, saúde e geração de empregos para nosso desenvolvimento. Infelizmente desta vez, no debate entre o futebol o futebol acabou dando de goleada sobre os nossos políticos, que se pensarmos bem, estão até felizes com este resultado. Afinal, dependendo da situação, para algumas classes de políticos “quanto pior melhor”.
Entretanto, o que acabou por dificultar este processo, foi que no mesmo dia e horário um jogo de futebol fora marcado por uma das principais emissoras concorrentes – e para azar da emissora que transmitiu o debate, a maior do país – um jogo de futebol que decidiria quem iria para a final da Taça Libertadores da América entre São Paulo e Internacional –RS. Ora, eu fico impressionado com a capacidade dos administradores dessas emissoras tem de chegarem a nível tal de concorrência, fazendo com que um debate importante como esse seja “empurrado” para segundo plano pela principal emissora do país. Haja visto, que o eleitor comum está desiludido com a situação atual de nossa política que infelizmente está repleta de pessoas incapazes de exercer suas funções tanto no executivo quanto no legislativo, estes mesmos senhores justamente aproveitam esta situação para poderem se aproveitar do eleitor comum, excepcionalmente na maior parte de sua vez, desinformado.
A escolha ontem foi protagonizada entre os canais de televisão foi quase que manipulada. Afinal o eleitor hoje desiludido como está vai preferir o que? O debate de idéias, que influenciarão a sua vida, o seu cotidiano? Ou ele vai optar por assistir também por duas horas, lances capitais como um gol, uma bola na trave, defesas sensacionais, erros da arbitragem que gerarão discussões hoje na sua roda de amigos mais do que o que pensam os nossos presidenciáveis? Então ficamos assim. Em nome da audiência, da quantidade de pessoas assistindo as peças publicitárias que sustentam a emissora, optou-se de prestar em minha opinião um desserviço em nome do nosso país, hoje tão carente de propostas sérias para nossa educação, saúde e geração de empregos para nosso desenvolvimento. Infelizmente desta vez, no debate entre o futebol o futebol acabou dando de goleada sobre os nossos políticos, que se pensarmos bem, estão até felizes com este resultado. Afinal, dependendo da situação, para algumas classes de políticos “quanto pior melhor”.